
Licenciada (2009) em nutrição e dietética na Escola de Saúde na Universidade do Algarve.
A alimentação é o nosso “combustível primário”. Nela cabe um mundo de tradições, emoções, virtudes, arte, conhecimento. Não façamos dela um bicho-de-sete-cabeças. Simplifiquemos. O desafio nos dias de hoje é encontrar o equilíbrio entre o que a natureza nos dá, o que o nosso organismo necessita e o que a indústria, ou chamemos-lhe tecnologia alimentar, nos presenteia. Sem grandes protocolos, mas com sabedoria, coerência e consciência encontre o seu equilíbrio alimentar. É a base para um sentimento de bem-estar corporal e emocional.
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Misturar o polvilho, as farinha, o fermento e o psylium; Nota coloque uma pitada de vinagre e 2 c. sopa de água morna ao fermento e misture o fermento para o ativar e só depois junte às restantes farinhas.
Mistura o ovo, o azeite, a água e o mel ou o açúcar;
Juntar os ingredientes secos (do passo 1) com os húmidos (do passo 2), até formar uma massa homogénea.
Forrar uma forma com papel vegetal e verter a massa.
Deixar a massa repousar 30 a minutos a 2 horas;
Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante 30 minutos ou até o palito sair seco e limpo.
Opcional: pode polvilhar com sementes (ex.: de chia, girassol,...) no passo 4.
O brócolo cru apresenta a enzima mirosinase que é ativada quando o brócolo é picado ou mastigado. Essa enzima transforma os glucosinolatos em sulforafano, num composto com propriedades antioxidantes e anticancerígenas.