
Olá chamo-me Rita. Das memórias mais vivas que tenho de criança, grande parte delas estão relacionadas com a comida e sempre tive uma ligação muito próxima com tudo que gira à volta dela.
No entanto, desde que me lembro tive muitas inseguranças com o meu corpo, achava-me alta demais e com peso a mais. Juntamente com a timidez o resultado foi uma criança/ adolescente com baixa autoestima. Não usava vestidos curtos, roupa muito justa, decotes, cores fortes ou calções porque sentia que tudo me ficava mal e que ficaria ridícula.
O tempo foi atenuando estas inseguranças, mudança muito impulsionada pelo curso de nutrição, onde aprendi a questão do equilíbrio entre nutrirmos o nosso corpo e termos prazer naquilo que comemos. Extremos nunca, abordagens radicais também não porque simplesmente não funcionam. Não é humanamente viável, para a nossa saúde e bem-estar, estarmos em constante privação.
Eu nunca abdiquei de comer o que gostava (e eu gosto de tudo!), aprendi sim, a gerir a frequência do habitual, com as exceções. Foi uma mudança de hábitos tão natural, com a qual me identifiquei, que tenho conseguido manter até hoje. Nas minhas consultas é sempre esta mensagem que pretendo transmitir, que no equilíbrio é que está a virtude, sem radicalismo! Adaptarmos as recomendações para alimentação/nutrição com saúde, às particularidades de cada um. Alimentação que dê prazer e com a qual nos identifiquemos!
Tenho um carinho especial pela área da Nutrição clínica e tenho vindo a fazer formações na área da nutrição e exercício físico, saúde da mulher e saúde intestinal. Atuo na área da gestão do peso e composição corporal, saúde digestiva/ intestinal, gestão de intolerâncias alimentares, alimentação vegetariana, gestão de patologias (colesterol elevado, ácido úrico elevado, anemia, alteração das enzimas hepáticas, entre outras) e claro, reeducação alimentar.
Se de alguma forma se identificou, marque consulta comigo e vamos começar!
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Coloque num copo de robot de cozinha a amêndoa, o cacau, a manteiga de amêndoa e as tâmaras descaroçadas.
Triture até obter uma massa granulosa mas que, ao apertar se una.
Pegue em pequenos pedaços de massa (um pouco mais pequenos ou do tamanho de brigadeiros), una apertando a mão e forme uma bola. Repita o processo até acabar a massa.
Pode deixar assim simples, ou passar alguns por cacau em pó. Guarde num recipiente hermético no frigorífico.
Uma receita deliciosa e versátil, para aquele conforto doce que às vezes é preciso!